"Todo eu sou qualquer força que me abandona."
Alberto Caeiro


Sobre o mar:
26 anos
Publicitária
Sagitariana
Admiradora do mar
Admiradora da lua
Ama música
Ama literatura
Ama as artes

Para falar com o mar

Ando escutando:

Chico Buarque
Zélia Duncan
Indigo Girls
Jevetta Steele
Amy Grant



Na lista de leitura:

A Arte da Guerra

O homem duplicado

Fragmentos de um Discurso Amoroso

Não se pode ser feliz e amar ao mesmo tempo

Onde o mar vai:

A Menina no Espelho
Alma do meu Sonho
Alma Perdida
Ampulheta Azul
Avesso dos Olhos
Bloco de Notas
Brisa do Mar
Cais em Plano
Crazy Salad
Desnudas
Entre Nós
Estabelecimento da Certeza
Lullaby
Menina do Vento
Meu vício desde o início
Misstieme
On Camera
Ou Isto Ou Aquilo
Pedaços de Pessoa
Rafas
Recanto da Lua
Transmutação
Walkwoman




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Quinta-feira, Maio 05, 2005

Sabe quando você quer vomitar todas as palavras do mundo ao mesmo tempo?
E a única coisa que sai é apenas um sussurro,
que pode ser confundido com o vento, veneno da alma.

Sabe quando aquela cena, daquele episódio, faz com que uma pessoa,
se torne duas, ou três, ou até mesmo uma multidão,
gritando.

E aí você deseja apenas o silêncio daquele sussurro, do vento. Sabe?

Sabe quando o cheiro, do copo cheio de café, de uma pessoa,
te traz um gosto doce na boca, repleto de satisfações e
lembranças.

Sabe quando aquela música, desenterrada, estava a sete palmos,
se torna uma constante, e você não consegue adormecer antes de terminar,
o refrão final.

E aí você deseja, ou desejaria, que o mundo fosse um eterno silêncio,
que as palavras apenas fossem cores, e os objetos apenas sensações,
e a sua pele, só sua, se tornasse uma porta, vai e vem, porta de bambu.
Você também desejaria o bem, se não fosse o passado, você até desejaria o bem,
se não fosse aquele passado, cheio de cheiros, sabores, sons e cores.

E aí o que acontece?
Você está coberta de pele.
E a pele se molha pelo que escorre... que pode ser água, ou não.



Roads - Portishead
Ohh, can't anybody see
We've got a war to fight
Never found our way
Regardless of what they say
How can it feel, this wrong
From this moment
How can it feel, this wrong
Storm.. in the morning light
I feel


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Segunda-feira, Maio 02, 2005

Ando assim, um tanto infantil. Um tanto feliz. Outro tanto eu mesma.
Não venho mais por falta de... alguma coisa que não sei o que é.
Mas para matar um pouco da saudade que sinto das palavras,
é aqui que venho respirar.



Balão Azul - Turma do Balão Mágico

Eu vivo sempre no mundo da lua
Porque sou um cientista
O meu papo é futurista e lunático
eu vivo sempre no mundo da lua
Tenho alma de artista
Sou um gênio sonhador e romântico
Eu vivo sempre no mundo da lua
Porque sou aventureiro
Desde o meu primeiro passo pro infinito
Eu vivo sempre no mundo da lua
Porque sou inteligente
Se você quer vir com a gente, venha que será um barato
Pegar carona nessa cauda de cometa
Ver a Via Láctea, estrada tão bonita
Brincar de esconde-esconde numa nebulosa


mensagens na garrafa: /